Archive for the 'não vi mas vou ver…' Category

Tim Burton@MOMA New York

11/01/2010

Vincent (1982), first short film by Tim Burton

Tim Burton@MOMA New York

November 22, 2009–April 26, 2010

Taking inspiration from popular culture, Tim Burton (American, b. 1958) has reinvented Hollywood genre filmmaking as an expression of personal vision, garnering for himself an international audience of fans and influencing a generation of young artists working in film, video, and graphics. This exhibition explores the full range of his creative work, tracing the current of his visual imagination from early childhood drawings through his mature work in film. It brings together over seven hundred examples of rarely or never-before-seen drawings, paintings, photographs, moving image works, concept art, storyboards, puppets, maquettes, costumes, and cinematic ephemera from such films as Edward Scissorhands, The Nightmare Before Christmas, Batman, Mars Attacks!, Ed Wood, and Beetlejuice, and from unrealized and little-known personal projects that reveal his talent as an artist, illustrator, photographer, and writer working in the spirit of Pop Surrealism. The gallery exhibition is accompanied by a complete retrospective of Burton’s theatrical features and shorts, as well as a lavishly illustrated publication.

Also in MOma: The New Typography (December 23, 2009–July 12, 2010)

Rosario

05/09/2009

samba e tango

(dada a urgência do assunto, é o único que se pode arranjar sobre um jogo entre a Argentina e o Brasil desenhado pelo Fontanarrosa)

Rosario, cidade da Argentina onde hoje se realiza o mais transcendental de todos os jogos de futebol (Argentina vs. Brasil), viu nascer dois dos mais importantes homens da bola de todos os tempos: Lionel Messi, principalmente conhecido como La Pulga, e Roberto Fontanarrosa, também chamado El Negro. O primeiro, é o melhor jogador de futebol do mundo. O segundo, o melhor escritor argentino morto depois de Borges.

O problema (um problema maiúsculo) é serem dois talentos incompatíveis. Não porque o primeiro esteja vivo e o segundo já tenha batido a bota. Nada de isso. O problema é que o primeiro iniciou a sua vida de dribles no Newell’s Old Boys e o segundo era um honrado adepto do Rosario Central. Dois clubes que não se podem ver na mesma cidade.

Por isso, o que mais peço, é que hoje, no Estádio Gigante de Arroyito, por sinal o campo do Club Atlético Rosario Central, estes dois ínclitos filhos da terra unam todos os seus esforços, uns terrenos, outros mais etéreos, para o bem do futebol mundial. Porque de uma situação destas (a da Argentina, em concreto) só se sai de milagre. Seja com os pés de Messi, seja, principalmente, com a mão de Fontanarrosa. A de Deus, bem vistas as coisas, já só mexe uns cordelinhos, não marca golos.