Mulberry, the iconic British lifestyle brand that has established a world-wide loyal following for their highly coveted leather goods, is set to bring the ‘Brit-cool’ image it has garnered to the equally iconic and innovative brand of Apple.
These luxurious pieces possess the quality and superior craftsmanship that Mulberry is renowned for and preserve details of the classic Mulberry icons such as the Bayswater for Women and the Brynmore for Men allowing the exterior to resemble these classic beloved pieces. Deciding to develop the collection was easy, Creative Director of Mulberry (and devoted Mac user) Emma Hill says “Mulberry have a legacy of craftsmanship and I’m thrilled to launch our first luxury collection for a whole host of Apple products”.
Ninguém suporta que um estrangeiro diga mal do seu país, e menos ainda um adoptado física ou emocionalmente.
Jamais levantarei a voz para dizer mal desta terra que me acolhe, mas não posso calar as diferenças, sobretudo as que me custam mais esforço de integração.
Não somos tão parecidos como se pensa, mas há que olhar o lado bom das coisas que a vida nos oferece, um outro país por exemplo, nem melhor, nem pior… apenas diferente (e com a inegável desvantagem de não ser o nosso).
Use-se para isso a capacidade de adaptação (característica da idade adulta, de quem já aprendeu que não se pode ter tudo o que se quer), alguma abertura e a humildade de saber que ninguém é perfeito e que podemos sempre aprender dos outros e melhorar a nossa forma de estar.
Tomemos os espanhóis (especialmente os madrilenos) como exemplo, que dirão que o seu país é o melhor do mundo. É o mesmo país onde eu encontro coisas às quais não me consigo habituar por muito que me esforce.
Vejamos estas pequenas diferenças:
- o falar alto e todos ao mesmo tempo, as dobragens, a musica espanhola, a sujidade dos bares, o mandar beatas ou cascas de pevides para o chão, a falta de “multibancos”, os cacifos com chave nas piscinas municipais, a cerveja Mahou, o reclamar sempre que se queira ser bem servido, um gosto muito “especial” sobretudo em acessórios e sobre-maquilhagem, a brejeirice na linguagem me cago en la leche, o machismo, a maledicência, a opinião mascarada de jornalismo e a falta de informação séria e imparcial, a espanholização convicta das palavras e nomes em inglês, o mau cheiro que fica nas mãos quando se anda de metro, a soberbia imperialista em relação ao resto do mundo, os preconceitos raciais, o engavetamento estrito das classes sociais, a omnipresença da Igreja Católica, o terrorismo e os ideais nacionalistas e separatistas, a programação televisiva, os intervalos de 15 minutos, os anúncios a medicamentos para hemorróidas, gases, diarréia, chulé, sequidão vaginal e outros males para os quais se vende muitas unções, os assuntos do corazón, a ausência de autocrítica, o enraizamento fechado a outras culturas, a taxa de activação de chamadas telefónicas, o café, o pão, as pessoas (bastam duas) que ocupam todo o passeio tornando impossível ultrapassá-las (reflexo da falta de “Atenção pelo Outro” em geral, para não dizer de civismo), o humor, os Verões quentes, secos e abafados, a sesta…
Há no entanto outras coisas que se adoptam imediatamente e sem as quais já não saberíamos viver (três linhas tentam superar tudo o que se disse antes):
- o aquecimento central, a qualidade da água da torneira, uma esquerda deveras socialista, a jornada de trabalho intensiva durante os 4 meses de Verão, o preço dos carros e do tabaco, o aperitivo e a tapa, a alegria no Natal, a gastronomia, os ordenados, o uso diário do humidificador, a oferta cultural e comercial, a limpeza das ruas, a meteorologia do Telediário, o reflexo das 4 Estações na paisagem, os mercados com produtos de qualidade, a vida de bairro, as pessoas especiais que se encontram e se tornam o nosso melhor apoio nesse sítio universal que é a amizade…
Tal como acontece com as pessoas, também os países que têm mais dinheiro não são, necessariamente, os mais ricos.
Os verdadeiros donos de Granada, em especial da Alhambra, são os gatos!
Sobre esta viagem dedicarei espaço daqui a uns dias, mas para já ofereço-vos estas imagens. Para uma amante dos felinos como eu, avistamentos como estes fizeram-me gostar ainda mais desta cidade, dos seus palácios e suas fontes.
Neste Verão que nos deixa já saudades, demos uma volta de oito dias pelo País Basco, em muito boa companhia (e a agradável ajuda do GPS).
Contámos com a ajuda de amigos bascos, entre outros, para desenhar um percurso orientativo (principalmente para ser desrespeitado, como convém aos percursos de viagem…) e levar algumas referências, e partimos com a ideia de uma grande viagem para terras de infinita beleza, rica cultura e gastronomia, gentes amigáveis e o mito de San Sebastián como “a cidade mais bela de Espanha”. Chegámos cansados de tanta beleza e riqueza cultural, mas confesso que esperávamos mais das gentes e de San Sebastián.
É uma região que nos inunda de beleza até cansar e, ao mesmo tempo, demora o seu tempo a digerir.
Isso sim, uma viagem obrigatória e totalmente bem sucedida!
“Pataniscas” de bacalaoHay dos formas de hacer las “pataniscas” en función sobretodo del bacalao de que se disponga. La principal diferencia es, normalmente, si el bacalao lo hemos comprado salado o congelado.Con el bacalao congelado es mas lógico desmigarlo ya después de cocido, por lo que a la vez de hacer el rehogado como en la receta, a la crema de harina y huevos se añaden los trozos de bacalao cocido junto con la cebolla picada, el perejil picado, y la pimienta. En mi opinión, las “pataniscas” no salen tan ricas de esta forma, pero tiene la ventaja de salir con menos grasa. Las “pataniscas” se pueden comer como tapa o entrante, o bien como segundo plato (em Portugal las comemos también como plato principal acompañadas de arroz de judias rojas) Ingredientes (4 unid -*multiplicar cantidades en función de los comensales)
- 1 loncha gorda de bacalao desalado (*o 2 de bacalao congelado)- Aceite (de oliva)- Aceite (de girasol)- 1 cebolla- Pimienta y perejil- 3 cucharas de sopa de harina- 1 huevo Haga un rehogado con el aceite (de oliva) y cebolla muy bien picadita. Añada al rehogado el bacalao desmigado, sin piel ni espinas, y el perejil picado. Condimente con pimienta. Deje que el rehogado coja los sabores y saque del fuego. Aparte, disuelva las 3 cucharas de sopa de harina en agua y añada un huevo entero. Mezcle bien. Agregue el rehogado de bacalao a esta crema. (*o el bacalao cocido y desmigado, la cebolla y el perejil picados y la pimienta)Por si acaso, añadir sal si hace falta (en principio, el bacalao ya viene en su punto de sal). Se pone el aceite (en Portugal, se fríe con aceite de girasol) a calentar en una sartén y cuando esté bien caliente se va añadiendo la mezcla de bacalao, despacio (a las cucharadas), para que se frían las “pataniscas” hasta que se queden doradas.¡Espero que os guste! Veja esta e receita em português em We Are Food
As estratégias e ferramentas de marketing estão sempre a surpreender-nos. A última tendência posta em prática são as lojas de amostras grátis, onde os clientes podem experimentar e levar para casa, de forma gratuita, as últimas novidades em produtos de marcas de grande consumo tal como Pepsi, Danone, Sanex, Bimbo ou Candbury.
O objectivo é o de sempre: promover as marcas e dar a provar os seus novos produtos, conquistando clientes e aumentando as vendas.
As primeiras lojas do género surgiram em Tóquio, em 2007, sob a designação SampleLab. O seu modelo de negócio está agora a ser “franshizado” em todo o mundo e estima-se que em 2010 possamos encontrar lojas deste tipo nas principais capitais europeias como Paris, Londres, Berlim, Roma e Amesterdão.
A ideia original das lojas japonesas surgiu sobretudo associada a produtos de beleza, permitindo ao consumidor experimentar tranquilamente esses produtos sem a pressão da figura do vendedor. Mais tarde, o conceito passou a incluir outro tipo de lojas (e até Cafés) com a mesma filosofia e produtos mais diversificados.
Em Espanha, abriu já em Barcelona a primeira loja, traduzida para “Es lo Ultimo” e impulsionada pelo gabinete de tendências Kimod que pretende abrir outra loja em Madrid ainda este ano.
Para assegurar o perfeito funcionamento das lojas, as regras são mais ou menos as mesmas em qualquer país: o cliente tem que registar-se (preferivelmente online) e deve pagar uma cota semestral de 5 euros, no entanto, só se pode levar produtos 2 vezes por mês (num máximo de 5 produtos em cada visita) e nunca se pode levar duas vezes o mesmo artigo. O cliente deve também estar “receptivo” a participar em inquéritos e estudos de opinião.
O modelo de negócio consiste em que as marcas entregam gratuitamente os produtos nas lojas, e as empresas que as gerem elaboram estudos de mercado que são depois vendidos a essas marcas. “Calculámos que o projecto será rentável, mesmo que apenas uma parte das empresas aceitem os nossos estudos”, diz Cristina Míguez, directora de Marketing da Kimod. O plano de negócio da empresa, prevê uma facturação de 3,5 milhões de euros em 2010.
Para já, parece que a enorme afluência à loja (medida em filas de 4 horas) os obrigou a estreitarem o procedimento de admissão de sócios.
Smoke (by Maarten Baas): Pieces of furniture are literally burned, after which they are preserved in a clear epoxy coating.
Since the turn of the millennium, a new spirit of design has emerged. No longer content with producing sleek identi-kit creations, designers today are embracing a raw, surreal and idiosyncratic approach to their work. The effect is both unsettling and exciting as they create designs that are purposely imperfect and full of character.
One such designer is Netherlands-based Maarten Baas, who has caused international sensations with his hand-made furniture. This year, Maarten Baas has become the youngest designer to receive the Design Miami/ Designer of the Year Award. Now in its fifth year, the Award has gone to an impressive list of esteemed designers, including Zaha Hadid, Marc Newson, Tokujin Yoshioka and the Campana Brothers.
At only 31 years of age, Maarten Baas is a strikingly young designer who has impacted the world of design in an unprecedented short period of time. “The decision to give the award to someone as young as Baas might seem controversial, but he has already changed the course of design history,” Design Miami/ Associate Director Wava Carpenter comments. “His work has transformed the way collectors understand the landscape of contemporary design and has opened the market to a younger generation of designers.”
O desfile de Primavera/Verão 2010 de Alexander McQueen em Paris demonstrou-se uma vez mais um espectáculo extraordinário. Alguma da magnificência do desfile deveu-se também ao desafio de emitir online e em directo para a Internet, em SHOWstudio.com. A direcção da mise en scène considerou que este novo meio oferecia potencialidades visuais e excedeu as expectativas (por exemplo através da presença de câmaras e jogos de espelhos da imagem projectando até ao infinito as modelos na boca da passerelle).
Mais uma vez, apesar do aparatoso show, o que impressiona é que não se trata apenas de marketing de marca: a colecção é uma explosão de moda (engenho, luxo e design).
Apenas algum pormenor menos bem resolvido na minha opinião, que me saltou aos olhos no meio de tanta beleza: uns sapatos que parecem um bibelô de dragão chinês (deixa a desejar o estilo e o material mas também a correcção com a intra-sandália de fivela de plástico para se poder caminhar),
e uma caracterização (não confundir com maquilhagem) pontualmente demasiado artificial (para não dizer mal feita).
Seria injusto dar mais destaque a estas pequeninas coisas, já que toda a colecção é maravilhosa. Aliás, as fotos deixam ver o quão admiráveis são os estampados, os tecidos, as formas, o trabalho das “escamas”, a forma tecnológica de interpretar o mundo animal.
Não vejo nada de novo em que um adolescente registe e guarde coisas relacionadas com os seus interesses, sejam artigos de jornais ou revistas, objectos, fotos, diários, desenhos, “cromos”, etc… O é de estranhar, isso sim, é que só saibam escrever palavras abreviadas, idolatrem a PlayStation e não se interessem senão por futilidades que nem sequer são dignas de registo!
Vejamos o caso, feito fenómeno, desta menina de 12 anos (agora 13), chamada Tavi Gevinson que nos subúrbios de Chicago fez essa coisa tão extraordinária como CRIAR UM BLOG!!!… E de MODA!… (que é um tema tão atípico para uma miúda de 12 anos…)
Mas em que é que estamos a transformar as nossas crianças, que agora qualquer um que diga duas frases já é um génio??? Não teremos os conceitos de normalidade e genialidade um pouco distorcidos???
Ora bem, já tínhamos assumido como normal que os adolescentes usassem a internet para os fins que mais lhes interessam. Agora o mundo espanta-se porque houve uma que foi mais além das redes sociais e criou um Blog. UAU!!! Assombroso!!! De repente, o mundo percebe que criar um blog está de facto ao nível que qualquer garoto de 12 anos… Outra coisa assombrosa é que esta teenager consegue escrever mais do que duas frases completas (proeza absoluta!), tirar fotos de má qualidade a ela e às suas amigas travestidas, alguns “cromos” da Internet e anexá-los ao seu “diário”. Digam lá se não é incrível!
Mas estamos a brincar ou quê? Acaso isto não é coisa que tenhamos feito todos na Era “analógica”??? Nada mais natural que na Era actual os “cromos” que os miúdos coleccionam, eles próprios os divulguem na Internet, não? Qual é o espanto???
Pois sim, meus amigos, é assim que gente limitada fabrica um fenómeno. Agora claro, fez capa de revistas, já lhe calçaram uns medonhos saltos altos e lhe tiraram umas fotos fancy “a la” editorial de moda, ao mesmo tempo que o blog deixava de ser tão genuíno (ingénuo?) como na sua origem (em Março de 2008), e esta adolencente blogger de moda se transformava numa máquina de fazer dinheiro e em animalzinho de estimação dos desfiles… Senão vejam: