iSlate

27/01/2010


Selfshelf

21/01/2010

The amazing Invisible Self Shelf isn’t a shelf at all, it’s a fake book that attaches securely to any wall. Because the Self Shelf is easily strong enough to bear the weight of a large number of volumes, you can stack your books so that they look like they’re floating on air.

The title of the fake book that makes up the shelf is “Ceci n’est pas un livre” (‘this is not a book’)! But nobody’s going to notice this subtle gag if they’re too busy admiring your library.

By Dutch by Design


Curtas de Moda

14/01/2010

Pela mão do Sr. Karl Lagerfeld, uma interpretação fantasiosa dos sonhos de mademoiselle Chanel. Inverosímil, sim. Hilariante, também. Triste, pela representação dos manequins. Enfim, ferramentas de marketing que sustentam uma marca e a mise en scène dos desfiles.

Aprovaria Coco o que agora se faz em seu nome? Questionável…


Less is More – Dieter Rams

12/01/2010

18 November 2009 – 09 March (Design Museum – London)

As head of design at Braun, the German consumer electronics manufacturer, Dieter Rams emerged as one of the most influential industrial designers of the late 20th century by defining an elegant, legible, yet rigorous visual language for its products. The exhibition will showcase Rams’ landmark designs for Braun and furniture manufacturer Vitsœ, examine how Rams’ design ethos inspired Braun’s entire product range for over 40 years, and assess his lasting influence on today’s design landscape.

Dieter Rams’ Ten Principles of good design:

Good design is innovative.


Good design makes a product useful.


Good design is aesthetic.


Good design makes a product understandable.


Good design is unobtrusive.


Good design is honest.


Good design is long-lasting.


Good design is thorough down to the last detail.


Good design is environmentally friendly.


Good design is as little design as possible.


Tim Burton@MOMA New York

11/01/2010

Vincent (1982), first short film by Tim Burton

Tim Burton@MOMA New York

November 22, 2009–April 26, 2010

Taking inspiration from popular culture, Tim Burton (American, b. 1958) has reinvented Hollywood genre filmmaking as an expression of personal vision, garnering for himself an international audience of fans and influencing a generation of young artists working in film, video, and graphics. This exhibition explores the full range of his creative work, tracing the current of his visual imagination from early childhood drawings through his mature work in film. It brings together over seven hundred examples of rarely or never-before-seen drawings, paintings, photographs, moving image works, concept art, storyboards, puppets, maquettes, costumes, and cinematic ephemera from such films as Edward Scissorhands, The Nightmare Before Christmas, Batman, Mars Attacks!, Ed Wood, and Beetlejuice, and from unrealized and little-known personal projects that reveal his talent as an artist, illustrator, photographer, and writer working in the spirit of Pop Surrealism. The gallery exhibition is accompanied by a complete retrospective of Burton’s theatrical features and shorts, as well as a lavishly illustrated publication.

Also in MOma: The New Typography (December 23, 2009–July 12, 2010)


Carta aos Reis Magos

05/01/2010


RITA… encontrei-te!

03/12/2009

Rita Lee . Lança Perfume

Rita Lee . Mania de Você


Apple by Mulberry

26/11/2009

Mulberry, the iconic British lifestyle brand that has established a world-wide loyal following for their highly coveted leather goods, is set to bring the ‘Brit-cool’ image it has garnered to the equally iconic and innovative brand of Apple.

These luxurious pieces possess the quality and superior craftsmanship that Mulberry is renowned for and preserve details of the classic Mulberry icons such as the Bayswater for Women and the Brynmore for Men allowing the exterior to resemble these classic beloved pieces. Deciding to develop the collection was easy, Creative Director of Mulberry (and devoted Mac user) Emma Hill says “Mulberry have a legacy of craftsmanship and I’m thrilled to launch our first luxury collection for a whole host of Apple products”.


Pequenas Grandes Diferenças

24/11/2009

Ninguém suporta que um estrangeiro diga mal do seu país, e menos ainda um adoptado física ou emocionalmente.

Jamais levantarei a voz para dizer mal desta terra que me acolhe, mas não posso calar as diferenças, sobretudo as que me custam mais esforço de integração.

Não somos tão parecidos como se pensa, mas há que olhar o lado bom das coisas que a vida nos oferece, um outro país por exemplo, nem melhor, nem pior… apenas diferente (e com a inegável desvantagem de não ser o nosso).

Use-se para isso a capacidade de adaptação (característica da idade adulta, de quem já aprendeu que  não se pode ter tudo o que se quer), alguma abertura e a humildade de saber que ninguém é perfeito e que podemos sempre aprender dos outros e melhorar a nossa forma de estar.

Tomemos os espanhóis (especialmente os madrilenos) como exemplo, que dirão que o seu país é o melhor do mundo. É o mesmo país onde eu encontro coisas às quais não me consigo habituar por muito que me esforce.

Vejamos estas pequenas diferenças:

- o falar alto e todos ao mesmo tempo, as dobragens, a musica espanhola, a sujidade dos bares, o mandar beatas ou cascas de pevides para o chão, a falta de “multibancos”, os cacifos com chave nas piscinas municipais, a cerveja Mahou, o reclamar sempre que se queira ser bem servido, um gosto muito “especial” sobretudo em acessórios e sobre-maquilhagem, a brejeirice na linguagem me cago en la leche, o machismo, a maledicência, a opinião mascarada de jornalismo e a falta de informação séria e imparcial, a espanholização convicta das palavras e nomes em inglês, o mau cheiro que fica nas mãos quando se anda de metro, a soberbia imperialista em relação ao resto do mundo, os preconceitos raciais, o engavetamento estrito das classes sociais, a omnipresença da Igreja Católica, o terrorismo e os ideais nacionalistas e separatistas, a programação televisiva, os intervalos de 15 minutos, os anúncios a medicamentos para hemorróidas, gases, diarréia, chulé, sequidão vaginal e outros males para os quais se vende muitas unções, os assuntos do corazón, a ausência de autocrítica, o enraizamento fechado a outras culturas, a taxa de activação de chamadas telefónicas, o café, o pão, as pessoas (bastam duas) que ocupam todo o passeio tornando impossível ultrapassá-las (reflexo da falta de “Atenção pelo Outro” em geral, para não dizer de civismo), o humor, os Verões quentes, secos e abafados, a sesta…

Há no entanto outras coisas que se adoptam imediatamente e sem as quais já não saberíamos viver (três linhas tentam superar tudo o que se disse antes):

- o aquecimento central, a qualidade da água da torneira, uma esquerda deveras socialista, a jornada de trabalho intensiva durante os 4 meses de Verão, o preço dos carros e do tabaco, o aperitivo e a tapa, a alegria no Natal, a gastronomia, os ordenados, o uso diário do humidificador, a oferta cultural e comercial, a limpeza das ruas, a meteorologia do Telediário, o reflexo das 4 Estações na paisagem, os mercados com produtos de qualidade, a vida de bairro, as pessoas especiais que se encontram e se tornam o nosso melhor apoio nesse sítio universal que é a amizade…

Tal como acontece com as pessoas, também os países que têm mais dinheiro não são, necessariamente, os mais ricos.


A Granada dos Gatos

12/11/2009

Os verdadeiros donos de Granada, em especial da Alhambra, são os gatos!

5257489-md

Sobre esta viagem dedicarei espaço daqui a uns dias, mas para já ofereço-vos estas imagens. Para uma amante dos felinos como eu, avistamentos como estes fizeram-me gostar ainda mais desta cidade, dos seus palácios e suas fontes.

GatoEnElPatioDeLosArrayanes

Alhambra 1 049